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Internacionais e Intercâmbio

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Matheus da Rosa Valente

Ciência sem Fronteiras

miniatura Uma vez eu vi uma frase: "Quem acha que a adolescência é a melhor fase da vida, nunca fez intercâmbio". Bem, o que posso dizer disso é que é uma verdade irrevogável. O intercâmbio tem me proporcionado experiências únicas, desde a oportunidade de aprender uma nova língua (o que é quase uma necessidade nos dias de hoje) até conhecer pessoas de todos os 4 cantos do mundo. Estou fazendo parte da minha graduação do curso de Farmácia na "The University of Western Australia" em Perth, sou bolsista do programa Ciência sem Fronteiras e recomendo a todos os que puderem tentem, pois a oportunidade é única e vale muito a pena *.* A estrutura da universidade é fascinante, laboratórios modernos e equipados, muitos estudantes internacionais, professores renomados e sem contar que a universidade está entre as 100 melhores do mundo. Quanto à cidade, Perth é bem diversificada e com muitas atrações para se ir, muitos parques, áreas verdes e praias. As pessoas daqui são muito amigáveis, prestativas e gostam bastante de Brasileiros, tudo isso faz com que o intercâmbio seja cada vez melhor.

Anselmo Teixeira La-Rocca

Programa de Mobilidade Estudantil

miniatura A experiência de fazer um intercâmbio é extraordinária! Nestes meses que morei em Frankfurt an der Oder, na Alemanha, tive contato com pessoas dos mais variados países, e conviver com a diversidade de culturas, tradições e pensamentos é muito interessante! Um grupo de estudantes, chamado Interstudis, facilitou muito a minha vida (assim como facilita a de todos os estudantes estrangeiros) durante a estadia em Frankfurt. Inicialmente, este grupo oferece um tutor, que é o primeiro contato. Ele ajudou em todo o processo burocrático que precisei fazer, desde efetuar a matrícula no curso, até obter as chaves da acomodação, além de diversas dicas e orientações necessárias. Para facilitar o entrosamento e integrar os estudantes, o Interstudis organiza diversos eventos e viagens para conhecer as redondezas, e pude participar de vários deles. O sistema de ensino na Europa-Universität Viadrina é bem diferente do que estamos acostumados no Brasil. A grande maioria das cadeiras não tem controle de presença, inexiste módulo fechado nos cursos, pode-se assistir quantas e quais matérias quiser (inclusive algumas de outros cursos e até de mestrado). Exames? Só se presta aqueles que se julgar conveniente. O maior desafio é fazer um cronograma para estudos, já que, enquanto existem matérias que duram de 2 a 4 semanas (com aulas nos turnos da manhã e da tarde, todos os dias), tem também as que duram apenas metade do semestre, e algumas, ainda, que duram o semestre inteiro, além de workshops e outras atividades. Frankfurt an der Oder fica a apenas uma hora, de trem, de Berlin, que é uma cidade impressionante. Muitas vezes é difícil ouvir alguém falando Alemão nos metrôs, de tanto estrangeiro que mora e passa por Berlin. O sistema de trens e metrôs da Alemanha é excelente, assim como a precisão nos horários (e avisos nos raros atrasos). Com um aplicativo no celular, é possível digitar o destino final e obter as opções de trens, ônibus e conexões, facilmente, para qualquer lugar. Aos próximos alunos que tiverem a oportunidade de fazer intercâmbio de estudos, posso garantir que a Alemanha é uma ótima escolha. Sem saber falar o idioma local, e sem muitos brasileiros por aqui, estive totalmente fora da minha zona de conforto, justamente por isso, obriguei-me a interagir e aprender sobre tudo que se apresentou. Voltarei pro Brasil com uma perspectiva diferente sobre muitas coisas, e com alguma bagagem de International Business Administration.

João Ricardo Carvalho Medeiros

Ciência sem Fronteiras

miniatura O intercâmbio está sendo de grandes descobertas, tanto na área médica, como também de experiência cultura e pessoal. Fazer um intercâmbio em Portugal tem as facilidades de estar em um país em que se fala o mesmo idioma, apesar de o inglês ser imprescindível para as aulas, estudos na bibliografia e em pesquisas, bem como por Portugal estar muito próximo do Brasil através da televisão e música (muito mais próximo do que nós estamos de Portugal). O relacionamento com colegas portugueses da Medicina (e de outros cursos universitários que convivo) é de extrema harmonia, recebo ajuda de todos quanto à adaptação ao país e às aulas. A vida na Covilhã é tranquila, uma cidade que se divide entre um centro histórico, padrão português de casas, praças, monumentos e o prédio principal da Universidade da Beira Interior - UBI e a "parte nova da cidade" em que se encontram o shopping, hospital, Campus da Área da Saúde da UBI e os prédios residenciais; uma cidade com 35 mil habitantes, de base universitária, que se encontra na serra - 800 metros – no interior de Portugal (em que se encontra o pico mais alto do país - a Torre - 2000 metros), caracterizado pelo clima frio nos meses de inverno, com nevascas leves na serra. Quanto à experiência acadêmica, tem sido muito proveitoso conviver com profissionais de renome europeu em aulas médicas baseadas em evidências de última linha, que são ministradas por médicos vindos de Lisboa, Porto e Coimbra (referências nacionais e europeias em especialidades médicas). Ressalto que na Europa se observa, diferentemente do Brasil, um sistema muito diferente de ensino (posso falar apenas na Medicina), em que se priva muito mais nos 6 anos de curso a teoria em função da prática médica estar toda concentrada no "ano comum", que seria o sétimo ano de curso obrigatório na Europa, e depois nos outros anos que se seguem à especialidade, todos estes obrigatórios para a formação médica na Europa. Hoje em dia após essa vivência metodológica diferente, dou imenso valor ao nosso curso de Medicina na UCPel, em que se tem um contato imediato com os pacientes desde o primeiro ano de graduação, além da excelente organização do curso e dos ótimos professores regentes das disciplinas na escola de Medicina da UCPel. Atividades em pesquisa: assim como na UCPel, na UBI estou envolvido em pesquisa na área da Neurociências e pretendo retornar com algumas experiências e inovações para o Laboratório de Neurociências Clínicas da UCPel. Destaco a grande oferta de congressos, workshops e palestras que tenho tido a oportunidade de ir, oferecidos pela comunidade científica portuguesa e pelos núcleos acadêmicos das universidades de Medicina.

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Uma vez eu vi uma frase: "Quem acha que a adolescência é a melhor fase…


Matheus da Rosa Valente

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